terça-feira, 25 de março de 2008

Saída pela porta da frente

"Meu blog no iG acaba com este post. Solidarizo-me com Paulo Henrique Amorim por razões que transcendem a nossa amizade de 41 anos. O abrupto rompimento do contrato que ligava o jornalista ao portal ecoa situações inaceitáveis que tanto Paulo Henrique quanto eu conhecemos de sobejo, de sorte a lhes entender os motivos em um piscar de olhos. Não me permitirei conjecturas em relação ao poder mais alto que se alevanta e exige o afastamento. O leque das possibilidades não é, porém, muito amplo. Basta averiguar quais foram os alvos das críticas negativas de Paulo Henrique neste tempo de Conversa Afiada."

Mino Carta sobre a saída de PAULO HENRIQUE AMORIM.

É com tristeza que vejo ambas as saídas do portal. Tornam nosso já sofrido país ainda menos democrático no quesito acesso à informação e liberdade de expressão/ opinião.

Não faltarão, entretanto, oportunidades para continuar a se fazer o que se começou. Não são muitas, é verdade! MAS CERTAS PESSOAS NÃO ESTÃO À VENDA!! Por isso apoio a ruptura de ambos com o IG.

domingo, 16 de março de 2008

Sessão Bravo! O Último Beijo


Mais um filme selecionado para meus queridos leitores!

O Último Beijo [The Last Kiss] é um filme pra lá de interessante. Mostra como poucas vezes vi os tipos ideais que normalmente rondam os relacionamentos a dois.

Os temas abordados são os mais comuns: o terror de ser deixado(a), a lacinante dor de uma traição, o desgaste que acomete a relação quando da chegada dos filhos, a facilidade com que se esquece de um parceiro de anos a fio, a vingança, a desconfiança, o tédio, a rotina, o que pensamos saber da vida... Tudo isso e mais um pouco pode ser conferido por quem o assistir!

(...)

Aussie, sexy, cool... Adjetivos não faltam para quem nunca havia visto a deslumbrante Jacinda Barrett contracenando com Zach Braff [foto acima]. Logo se enxerga para além de sua cintilante beleza uma promissora atriz, de quem - arrisco afirmar - provavelmente muito ouviremos falar daqui pra frente.

Sua passionalíssima interpretação facilmente leva o mais frio dos telespectadores a mergulhar no dilema em que sua personagem se vê imersa ao longo da trama.

Mas não quero determinar impressões. Tirem suas próprias conclusões... Adios amigos!!

P.S: Como diria um provérbio inglês, existem duas maldições: desejar e conseguir o que se desejou!

A "Vaguidão Específica"


"As mulheres têm uma maneira de falar que eu chamo de vago-específica." Richard Gehman

- Maria, ponha isso lá fora em qualquer parte.
- Junto com as outras?
- Não ponha junto com as outras, não. Senão pode vir alguém e querer fazer coisa com elas. Ponha no lugar do outro dia.
- Sim senhora. Olha, o homem está aí.
- Aquele de quando choveu?
- Não, o que a senhora foi lá e falou com ele no domingo.
- Que é que você disse a ele?
- Eu disse pra ele continuar.
- Ele já começou?
- Acho que já. Eu disse que podia principiar por onde quisesse.
- É bom?
- Mais ou menos. O outro parece mais capaz.
- Você trouxe tudo pra cima?
- Não senhora, só trouxe as coisas. O resto não trouxe porque a senhora recomendou para deixar até a véspera.
- Mas traga, traga. Na ocasião nós descemos tudo de novo. É melhor, senão atravanca a entrada e ele reclama como na outra noite.
- Está bem, vou ver como."

Ri a pampa com esse diálogo do Millôr sobre as mulheres e seu delicioso e único jeito de ser!

sábado, 15 de março de 2008

segunda-feira, 10 de março de 2008

Amar é...


Amar é... Dar um cheque em branco!

É sabio, porém, levar em conta o princípio da reciprocidade. Jamais dê muito mais do que v. recebe de seu cônjuge. Muita liberalidade pode facilmente se converter em ira desmedida, e não sem razão é o que costuma ocorrer.

Contenha-se, se for o caso, dando oportunidade também ao outro de se manifestar com a mesma medida de autodoação. Afinal, precisamos reciprocamente nos alimentar das atitudes positivas do outro.

Se entregar o que lhe é valioso logo de cara, você provavelmente vai descontá-lo antes do tempo. E tenha cuidado pra quem você o entrega... As pessoas podem mudar. Sempre. Fique atento aos sinais. São sutis, mas sempre aparecem.

Por último, finalizo com a seguinte lei empírica do amor: é irrenunciável deixar sempre algum espaço reservado no coração para se surpreender, para ser conquistado pelo outro.

Sem querer causar insegurança, é preciso que a possibilidade da perda do outro esteja sempre visível para ambos. Somente arriscamos aquilo que não é mais importante para nós; ou aquilo que temos a mais arraigada certeza - mesmo ilusória - de que jamais perderemos.

O amor só exige uma coisa: dar o que for preciso pra dar certo!

Música romântica para este post: Warning sign, Coldplay